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Arritmia Cardíaca: causa, sintomas e tratamentos

A arritmia cardíaca é, em resumo, um problema no ritmo dos batimentos do coração. Ela acontece quando há um distúrbio na formação do impulso elétrico que faz o coração bater. 

O ritmo normal de batimentos está numa frequência entre 50 a 100 batimentos por minuto (BPM), com pulsação padrão. Nesse sentido, existem dois tipos de arritmias: quando ele bate mais devagar (abaixo de 40 BPM em repouso) e com ritmo irregular, é uma bradicardia. Quando é mais rápido que o normal (acima de 100 BPM em repouso), configura-se como uma taquicardia.

O diagnóstico correto é muito importante. Quando não tratada, a arritmia pode causar não apenas doenças no coração, mas também gerar uma parada cardíaca e, em casos extremos, até morte súbita.

Arritmia Cardíaca: médico segurando um estetoscópio

Causas

Qualquer pessoa está sujeita a ser diagnosticada com a arritmia, independente de idade ou sexo, e existem muitos motivos que podem causá-la. Doenças como hipertensão e diabetes, por exemplo, assim como hipertireoidismo, anemia, ansiedade, estresse e até o uso de certas substâncias e medicamentos.

Além disso, alguns outros fatores de risco são a obesidade, o sedentarismo, o tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, além da predisposição genética. Pacientes que se encaixam em um ou mais desses casos devem ficar atentos caso apresentem algum sintoma. 

Sintomas da arritmia cardíaca

  • Palpitações no coração;
  • Dores no peito;
  • Fadiga;
  • Fraqueza;
  • Desmaios;
  • Confusão mental;
  • Falta de ar;
  • Enjoos;
  • Vertigem.

Tratamento

Para tratar a arritmia cardíaca, é necessário intervir diretamente na causa do problema. Apenas um médico especialista poderá avaliar o quadro geral do paciente para diagnosticar e definir e o cuidado mais adequado para o caso. 

Os tratamentos podem ser feitos através de medicação ou por intervenção cirúrgica, como a ablação ou o implante de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis (DCEI), como o marcapasso, ressincronizadores e desfibriladores. 

Em todo caso, a prevenção sempre é a melhor opção! Descubra aqui 4 dicas simples para manter o seu coração saudável!