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Doenças cardiovasculares: veja quais são as mais comuns e como se prevenir

Segundo a OMS as doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no mundo inteiro. Essa informação serve de alerta para quem não tem o hábito de fazer exames periódicos para acompanhar a saúde do seu coração.

Em geral existem alguns fatores causadores de doenças cardiovasculares que não podem ser alterados. Entre eles está a predisposição genética que se acompanhada de maus hábitos pode acabar se antecipando e provocando o adoecimento.

Outros fatores como sedentarismo que leva ao sobrepeso e à obesidade, combinados com uma alimentação rica em gordura saturada acaba se transformando em uma bomba relógio para o coração. Hipertensão, diabetes, tabagismo e alcoolismo também fazem parte da lista de vilões.

Quais são as doenças cardiovasculares mais comuns?

Para evitar que as doenças cardiovasculares apareçam ou se agravem, além de adotar hábitos de vida mais saudáveis, é importante fazer um acompanhamento médico. Principalmente para aquelas pessoas que já tem casos na família.

Separamos algumas das principais doenças cardiovasculares para você entender um pouco sobre cada uma e como elas se manifestam.

Hipertensão

É caracterizada pelo aumento da pressão arterial e pode influenciar no bom funcionamento do coração. Pode surgir devido ao envelhecimento natural do corpo, a falta de exercícios físicos, o aumento de peso e o consumo excessivo de sal.

Também pode acontecer como consequência de outras doenças como a diabetes e as doenças renais, por exemplo. Geralmente a hipertensão não apresenta sintomas, mas o paciente pode perceber tontura, dor de cabeça, alterações na visão e dor no peito.

Arritmia cardíaca

É um distúrbio do batimento ou ritmo cardíaco. Pode apresentar batimentos rápidos (taquicardia), batimentos muito lentos (bradicardia) ou batimentos irregulares. É causada por problemas no sistema elétrico de condução do coração.

Ela pode ser motivada por ataque cardíaco, cardiomiopatia, artérias bloqueadas, hipertensão, diabetes, hipertireoidismo, tabagismo, alcoolismo, consumo exagerado de cafeína, uso de drogas em geral e estresse.

Insuficiência cardíaca

É mais comum naqueles pacientes que possuem pressão alta. Ela provoca o enfraquecimento do músculo cardíaco e consequentemente a dificuldade de bombear o sangue para todo o corpo.

Dentre os principais sintomas estão o cansaço progressivo, o inchaço nas pernas e pés, tosse seca à noite e falta de ar. Para prevenir essa doença é importante diminuir o consumo de sal, controlar a pressão arterial e praticar regularmente exercícios físicos.

Endocardite

É a inflamação do tecido que reveste internamente o coração. É causada por um microrganismo, normalmente algum fungo ou bactéria, que atinge a corrente sanguínea chegando até o coração.

Apesar da infecção ser a principal causa de uma endocardite, ela também pode ocorrer como consequência de outras doenças como câncer, febre reumática e doenças autoimunes.

Os sintomas mais comuns são febre persistente, suor em excesso, pele pálida, dor nos músculos, tosse persistente e falta de ar. Em casos mais graves pode haver a presença de sangue na urina e perda de peso. 

Cardiopatia congênita

São alterações que ocorrem no coração durante o seu processo de desenvolvimento, ou seja, ainda na gestação. Essas cardiopatias podem ser identificadas ainda no útero materno por meio de exames como a ultrassom e o ecocardiograma e podem ser classificadas como leves ou graves.

Normalmente elas não apresentam sintomas e a pessoa pode levar a vida normalmente. Mas, em casos graves é necessário realizar intervenção cirúrgica para correção ou até mesmo um transplante de coração.

Pessoas com doenças cardiovasculares, ou que apresentam alto risco para o desenvolvimento delas devem manter um estilo de vida mais saudável, praticar atividades físicas e fazer um acompanhamento cardiológico para auxiliar tanto na prevenção quanto no tratamento.